O Meio Fusca e a Geração Y

Tudo começou com um universitário que só conseguiu pagar dois anos da faculdade e de repente se viu sem o dinheiro para pagar o restante do curso. Qualquer pessoa normal procuraria uma bolsa de estudos ou um financiamento estudantil, mas ele resolveu cerrar o fusca (herança da avó) ao meio e vender meio fusca através de rifas.
Logo se vê, que algo não cheira bem na história, mas tudo contribui para que a população mais leiga, acredite se tratar apenas de mais um adolescente criativo. Pessoa simples, percorrendo locais comuns a todos os adolescentes, e uma linguagem que atende todos sem muita enrolação. Não tem como o público leigo imaginar que se tratava de um marketing viral muito bem planejado para o Grupo Unibanco.
Zé Fuca apela pro emocional em sua história, mas tem um álibi poderoso, seu MEIO FUSCA. Para divulgar a venda das rifas, ele criou um blog (http://www.rifomeiofuca.blogspot.com/), e também interagia com os internautas através de diferentes mídias sociais, como o Orkut, Flickr, Youtube e Twitter.
Além do Viral nas mídias sociais, promoveu visitas as proximidades de algumas faculdades, e andava pelas ruas com seu “meio fusca”, e um cartaz anunciando sua rifa no vidro traseiro. Também distribuiu panfletos onde contava sua história e a url do blog.
A ação conquistou 766 seguidores no Twitter em cinco semanas e 66 amigos no Orkut. Talvez teria ficado por isso mesmo, se os maiores meios de comunicação digital como por exemplo o Site Terra, não tivessem documentado o caso através de noticias e vídeos. Foram diferentes sites noticiando o caso do rapaz que estava rifando meio fusca para pagar a faculdade. Blogueiros e Twitters documentaram bastante o caso e supostamente, até o Fantástico da Rede Globo estava interessado na história.
O marketing viral é uma técnica que vêm sendo muito utilizada, justamente por ter custo muito baixo e conquistar visibilidade para a marca. Os comentários que ele gera nas mídias sociais, são rapidamente reproduzidas e compartilhados, ganhando um público imenso de internautas em pouco tempo, mas para tanto, o conteúdo da mensagem deve ser no mínimo inovador e irreverente.
Para apoiar a campanha digital do Zé Fuca, podemos identificar em suas visitas as faculdades, e locais badalados da cidade de São Paulo, como um excelente exemplo de marketing de guerrilha, que vem conquistando novos rumos que se distanciam um pouco de sua meta inicial. Antes classificávamos o marketing de guerrilha por seu objetivo, que era dar visibilidade a marca e serviços de pequenos empreendores, conquistando um público amplo dentro do mercado já dominado pelas grandes marcas, assim como por sua metodologia agressiva em relação aos concorrentes. Hoje, ele é tradicional também entre as grandes marcas, que buscam dentro do método lúdico e às vezes humorístico, investir menos em mídias tradicionais e conquistar um público alvo cada vez mais amplo e diversificado. Muita publicidade gratuita é gerada através de ações bem sucedidas, dando um certo status às campanhas, suas agências, e muito visibilidade à marca, que passa a ser vista com outros olhos, através da expectativa sobre os produtos lançados, e sua conseqüente divulgação gratuita pelos consumidores que admiram as ações realizadas.
Estamos diante de uma ação de comunicação totalmente focado na Geração Y, que é caracterizada por seu vasto repertório cultural (dos anos 80 até os dias de hoje), afinidade com mídias sociais, e engajamento cultural. Uma geração que consome criatividade e inovação ao mesmo tempo em que a transforma em informação nas mídias sociais. Chegam a ser excêntricos, pois são exigentes e críticos em relação à publicidade a que são expostos. Os meios tradicionais como rádio, TV e impressos perdem espaço entre esse público alvo, fazendo com que as marcas testem novas possibilidades, sendo mais discretos na divulgação de sua marca. Acredito que agregar valor a sua marca passou a ser conseqüência de uma ação bem planejada, onde o consumidor dita as regras e divulga o produto por sua afinidade com o conceito. O grande diferencial entre as grandes e pequenas marcas, nesse sentido, se dá através do planejamento estratégico da ação e da administração do feedback que o publicitário recebe do consumidor, que torna o processo criativo muito mais dinâmico. Não há como prever a reação da população, ou quantas pessoas serão atingidas pelo processo, pois as pesquisas que envolvem esse tipo de ação no Brasil ainda são muito inexploradas.
A ação “Rifo Meio Fuca” desenvolvido para divulgar o Crédito Universitário Unibanco, pela agência F/NAZCA (segundo informação do blog brainstorm9), conseguiu despertar o interesse, gerar conteúdo gratuito, e o consumidor só percebeu que se tratava de uma ação publicitária quando o planejamento estratégico achou interessante. O personagem Zé Fuca simplesmente relatou em seu blog que não precisava mais rifar o fusca, porque a namorada dele tinha apresentado a ele uma alternativa mais feliz: o Crédito Universitário Unibanco. A ação foi tão atraente, que as pessoas chegaram a convidar o fusca em suas faculdades, mesmo depois de saber que se tratava de uma campanha publicitária.
Cinco dias depois ele postou que iria responder a todos os emails com calma, e basicamente deu um fim na campanha, quando não publicou mais nada.
E fica a pergunta. Qual era o público alvo que o Unibanco queria ter atingido? De que região? Qual o retorno?

Marco Souza
Planejamento
marco.souza@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

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Cachaça do Rei: Conceito e Comportamento

O nome aguardente é uma denominação comum a todas as bebidas em que, em seu processo de fabricação, esteja incluída uma etapa de fermentação alcoólica e uma etapa de destilação. Conforme a matéria-prima, as aguardentes levam diferentes nomes – uísque (de cevada), conhaque (de uva), tequila (de agave) – e apresentam diferentes teores alcoólicos. Cachaça é a aguardente de cana-de-açúcar com teor alcoólico limitado entre 38 e 48% em volume. Existem duas formas básicas de produção: pelo processo industrial ou pelo processo artesanal.

A cachaça que no século XVI era apenas consumida pelos escravos para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra, era usada também na carne de porco “dura”, para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”. Já no século XXI vemos o grande avanço dos apreciadores e do seu comportamento. Antes uma bebida relativamente sem valor e para finalidades pouco fina ou nobre. Hoje uma das principais bebidas entre os maiores degustadores do mundo.

Os países da Europa e demais países do mundo procuram proteger as denominações de origem de acordo com seus produtos e serviços. Bebidas tradicionais como o Bordeaux francês, o queijo Parma italiano, entre outras, têm suas denominações de origem protegidas por seus países. É o que o governo brasileiro está fazendo agora com a cachaça.

“Não se pode vender um produto de baixa qualidade porque se perde mercado”, revelou o secretário Oscar Lorenzo Fernandes, da Secretaria de Tecnologia Industrial (STI), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Faz tempo que os produtores de cachaça se mobilizam para garantir a qualidade do produto. E a cachaça brasileira é bastante apreciada aqui e em outros países, e ela pode ser um perigo se o destilador não souber destilá-la e fabricá-la com componentes corretos, pois este pode fazer mal a saúde. A cachaça brasileira, hoje, tem um mercado grande lá fora, principalmente na Alemanha, onde ela e a caipirinha são bebidas populares.”, conclui Fernandes.

A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol. Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott. A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados. A industrialização da Cachaça emprega atualmente no Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional e é o terceiro destilado mais consumido no mundo, ficando atrás apenas da vodca e do soju, destilado coreano feito do arroz e da batata doce, bebido em toda Ásia.

O esforço do Brasil para se colocar nos mercados interno e externo com produtos de qualidade está trazendo benefícios às atividades de comércio exterior, porque vêm garantindo a denominação de origem. Prova disso é a caipirinha que se transformou num dos ícones do Brasil e desse sonho tropical para o europeu. “O tradicional drink feito à base de cachaça, limão e açúcar é hoje uma bebida altamente sofisticada e cara, que conquistou sobretudo a elite européia. Mas nós estamos descobrindo que a cachaça brasileira é muito mais do que isso, é uma aguardente de qualidades extraordinárias, que não fica a dever nada às melhores aguardentes européias, que têm séculos de tradição”, assinala Baudoin Havaux, principal executivo da Vinopres. Por conta disso, o especialista belga acha que o potencial de mercado da cachaça na Europa e no resto do mundo é extraordinário.

Vale ressaltar que as boas cachaças são transparentes e brilhantes. Quando envelhecidas ou descansadas em tonel de madeira podem ser amarelas ou rosadas. Cachaças turvas demonstram defeitos de fabricação principalmente no que diz respeito à mistura da cachaça. São detalhes como esses que confirmam e diferenciam a qualidade de uma cachaça e de seus drinks.

Sobre a Cachaça do Rei

A Cachaça do Rei, produzida desde 1999 pelos irmãos Reinaldo e Paulo Annicchino em Capivari, não usa conservantes químicos, mantendo assim a pureza de seus ingredientes, e eleva a cachaça artesanal à categoria de bebidas nobres com sabor e qualidade comparados aos melhores destilados do mundo.

Com a tradição artesanal, os tonéis de carvalho utilizados na produção possuem tampa de amburana (cerejeira), dando sabor, aroma e cor especial à cachaça que ali envelhece. Nos tonéis de madeira neutra, conhecida como amendoinzeiro, a cachaça permanece transparente, dando origem à “branquinha”, utilizada costumeiramente em caipirinhas e drinks.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Jhonathan Barreto
Redator
jhonathan.barreto@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

Será que isso pode cheirar mal?

O desodorante Avanço está patrocinando o Corinthians. O curioso é que a marca aparece na camiseta de jogos bem abaixo das axilas.
Um lugar estratégico que podemos considerar como uma espécie de mídia alternativa. Até aí perfeito, pois a propaganda atinge o público certo na hora em que ele está vendo.
Mas há uma questão, que você leitor, pode refletir sobre o assunto: a propaganda negativa.
O processo de criatividade para a escolha de uma mídia alternativa jamais pode se separar do processo da comunicação em si, ou seja, o que vamos comunicar?
O que eu indago é: depois de alguns minutos de uma partida de futebol, o cheirinho das axilias corresponde ao fator de venda do produto?

Deixe seu comentário. Vamos chegar a uma conclusão!

Fernando Crastequini
Redator
KMA Marketing Integrado
fernando.crastequini@kmaintegrada.com

Donos de jornais nos EUA estao investindo em leitores eletrônicos

Grupos editoriais que publicam jornais e revistas nos EUA que vivem uma crise com seus produtos impressos, não estão fingindo que não está acontecendo nada. Buscam plataformas alternativas ao papel para continuarem publicando seu conteúdo e vendendo publicidade. Estão se associando a empresas de tecnologia e apoiando o desenvolvimento de aparelhos alternativos ao Kindle, o leitor de livros eletrônicos da Amazon. Segundo noticia do Wall Street Journal, o grupo Hearst (San Francisco Chronicle, Houston Chronicle e Cosmopolitan, entre outros) está ligado a uma iniciativa da FirstPaper que pretende criar uma plataforma para download de jornais e revistas. O aparelho terá tela maior que o Kindle e poderá exibir anuncios.

Paralelamente, o Gannett (USA Today) e o Pearson (Financial Times) estao entre os donos de jornais que se associaram à Plastic Logic, uma startup que tem como projeto um tablet do tamanho de uma folha de papel carta e que seria capaz de exibir conteudo de livros, jornais e documentos. O aparelho deve ser lançado no ano que vem e também permitirá a veiculaçao de publicidade. Ainda de acordo com o WSJ, a Apple está desenvolvendo um aparelho para leitura de livros digitais e periódicos e a News Corp está explorando a possibilidade de investir num aparelho concorrente do Kindle. A Sony, por sua vez, anunciou que vai lançar um leitor wireless capaz de baixar “conteúdo diário” e está conversando com algumas editoras.

Notícia Publicada no http://www.bluebus.com.br.

Fica claro que a era digital tem muito a contribuir para o meio ambiente. Depois desse passo de investir em equpamentos eletrônicos, os veículos de comunicação poderão dar um bom exemplo de economia de árvores, digo, de papel, e ainda investir no Marketing Social.

Fernando Crastequini
Redator
fernando.crastequini@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

Afinal, o que é marketing de Luxo?

Tatiane Dellapiazza

Tatiane Dellapiazza


Comecemos entendendo, ao pé da letra, o que significa Marketing e luxo.
Marketing, assim como muitas outras palavrinhas é utilizada pelos brasileiros com o objetivo de traduzir a relação de troca no mercado. Veja a definição em nosso Glossário KMA.
Luxo, segundo definição do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é maneira de viver caracterizada pela ostentação, por despesas excessivas, pela procura de comodidades caras e supérfluas, pelo gosto do fausto e desejo de ostentação.
Portanto, Marketing de luxo é a relação de troca entre grandes grifes e seus consumidores, produtos caríssimos que proporcionam além de status social, outros prazeres na área emocional de seu consumidor, como a valorização pessoal, sensação de recompensa, como sou visto, poder, entre outros.
É um erro pensar que o marketing de luxo é só moda, apesar da comum relação entre grifes de moda e luxo existem outros setores que se enquadram nessa categoria, tais como: Cosméticos/perfumes; Moda/Acessórios; Vinhos/Bebidas; Transporte Luxo; Turismo/Lazer; Couro/Bagagem; Relógios/Jóias; Arte; Gastronomia; Hi-Fi; Artigos de Decoração; Esportes. (Castarède , 2006).

Fonte: Ipso / Luxury Marketing Council (LMC)

Fonte: Ipso / Luxury Marketing Council (LMC)

E quem são os consumidores desse mercado?
Segundo Bain&Company, nos próximos cinco anos o mercado de luxo no Brasil tende a crescer 35%, aproximadamente US$ 1,6 bilhões e os responsáveis por esse crescimento, baseado na recente pesquisa de mercado de luxo realizado por MCF Consultoria e Conhecimento em parceria com GfK Brasil, são em sua maioria, 63%, mulheres entre 26 e 35 anos, com nível escolar entre universitárias e pós-graduadas.
A fatia de 51% do mercado de luxo se localiza na cidade de São Paulo, na qual aproximadamente 75% dos artigos de luxo do Brasil são vendidos.
Mais de 70% do mercado brasileiro de luxo está concentrado em apenas quatro pontos da cidade de São Paulo: 1º Oscar Freire e Arredores – 4.200 reais por m²; 2º Villa Daslu – 3.350 reais por m²; 3º Shopping Cidade Jardim – 3.300 reais por m² e 4º Shopping Iguatemi – 2.200 reais por m².
Todos nós sabemos que esse não é um mercado para todos, pois analisando a faixa salarial desses consumidores nota-se que 43% têm renda mensal superior a R$ 10 mil e 54% investem mais de R$ 100 mil em aplicações pessoais.
Isso é apenas uma “pincelada” sobre marketing de luxo, existe muita a ser explorado, mas acredito que já conseguimos nos situar um pouco mais.

Tatiane Dellapiazza
Planejamento
tatiane.dellapiazza@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

A crise dita novos rumos para mercado de luxo

Tatiane Dellapiazza

Tatiane Dellapiazza


O luxo descobre o Brasil, essa foi a chamada da edição dupla especial de dezembro 2008 da revista Exame. A matéria comenta sobre algumas estratégias das grandes marcas de luxo perante a recessão nos países desenvolvidos.
Dentre as grifes citada a famosa Louis Vuitton, aquela dos desenhinhos nas bolsas, destaca-se, sendo hoje, a mais valiosa entre as marcas de luxo segundo ranking da consultoria Interbrand, estando a frente de marcas de outros segmentos como Samsung e LG. – “Diante de uma nova tempestade, a Louis Vuitton precisa agora encontrar um equilíbrio delicado para continuar a crescer. Por um lado, será preciso ampliar o mercado na classe média emergente, fonte do aumento de receita e dos lucros da empresa nos últimos anos. Por outro, a grife não pode perder a aura de vender produtos exclusivos, de difícil acesso, que tenham o poder de atrair os clientes super-ricos. Yves Carcelle a Exame”.Trecho extraído da Revista Exame, Ed. 933 ano42 nº24 – 17/12/2008
Essa estratégia não é exclusiva da grife Vuitton, muitos gigantes estão de olho em países emergente como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China apontados como futuro líderes do crescimento do mercado de luxo nos próximos cinco anos, porém no momento a maioria está em stand-by, pois todos os próximos passos devem ser meticulosamente calculados (literalmente).
A quase cinco meses após publicação na revista exame aqui no Brasil, há rumores na Europa de que a poderosa Louis Vuitton reduziu 1,5 milhões de Euro e outras marcas tem produzido coleções menores, reduzindo investimento em publicidade e Relações Públicas.
Visualizando a crise pelo lado positivo, a crise tem descoberto talentos e fortalecendo raízes, fazendo profissionais de várias áreas e segmentos se “mexerem” mais, produzirem resultados mais eficientes, pontuais e com orçamentos reduzidos.
Idéias criativas aliadas a conhecimento de mercado (Know-How) estão valendo muito, planos, planejamentos e orientações também, tudo deve ser escolhido e decidido com muita cautela e atenção, nessas horas o que vale é a experiência e muito estudo de mercado, conhecer muito seu cliente/marca é indispensável.
Sofrendo com a crise ou não, uma marca de 150 anos, tem se apresentado como uma marca de estratégia, que resiste a tantos altos e baixos no mercado, hoje a marca Louis Vuitton é considerada uma potência mundial, a qual confirma que com o tempo se adquire experiência, mas para isso é necessário estar aberto e preparado para mudanças. Pois só assim, consegue-se manter no topo do mercado, não somente como “status”, mas como de liderança.

Tatiane Dellapiazza | Planejamento KMA Marketing Integrado

As mídias estão por todos os lados, mas, e os consumidores?

Rafaela Mendes

Rafaela Mendes

Em pouco tempo, muita coisa muda. Nós, como pessoas, somos uma grande prova disso. Mudamos algumas opiniões, passamos a desejar coisas que antes não dávamos muito valor.
Aquele consumidor que acordava cedo e lia todo o jornal antes de ir trabalhar, que chegava em casa e sentava com a família em frente a TV, já não existe mais.
Hoje, ganha quem conseguir fazer mais coisas ao mesmo tempo. “Dar uma olhada” no jornal, ao mesmo tempo em que engole um café da manhã e diz tchau à esposa, tornou-se rotina.
Da mesma forma, adquirir o máximo de informação é outra característica desse que podemos chamar de consumidor moderno. Ou você nunca se pegou em frente à tv, navegando na internet e folheando uma revista? Se não, deve conhecer alguém.
Esse é o consumidor moderno. Aquele que quanto mais coisas faz ao mesmo tempo, menos atenção presta em cada uma delas.
E aí? Para onde as empresas de comunicação devem mirar?
Mídias existem aos montes. Impressas com jornais e revistas, rádio com jingles e spots, exterior com outdoors, empenas, fronts e backs, e tantas outras que renderiam todo um texto. E cada vez surgem novos meios de atingir esse consumidor que não pára. Mas será que conseguimos?
Pense quantas revistas você já viu e quantos anúncios realmente te marcaram. Quantos comerciais de tv te fizeram comprar o que foi anunciado. Ou, ainda, quantas promoções você soube depois que chegaram ao fim, porque passou rápido demais por aquele outdoor ou sequer ligou o rádio após o almoço.
A vida tornou-se corrida. Com isso, as agências e os anunciantes precisam correr para atingir o consumidor no momento certo.
Já não basta uma boa campanha. Entender o consumidor deve ser o primeiro passo. Mas entender, no sentido mais literal da palavra. Saber sua rotina, seus hábitos, suas necessidades e desejos. Saber onde ele está, para onde vai olhar.
Estratégia. Uma campanha linda enche os olhos, mas não funciona se não falar a mesma língua do consumidor.

Rafaela Mendes Mídias KMA Marketing Integrado

Comunicação Eficaz

Hoje em dia muito se fala sobre comunicação ou meios de comunicação, como se ela fosse a solução para todos os problemas. Mas seria mesmo isso a solução ? Vi uma reportagem sobre o estado de saúde precário em algumas cidades de Bélem, e o pior de tudo, quando a TV mostrou a realidade cruel que os pacientes estavam sendo submetidos, as “desculpas” começaram a surgir aos montes. O diretor do hospital disse ter feito reclamações e pedidos para aumento no quadro de funcionários, melhorias físicas e etc. A sagacidade e eficiência da TV nos levou então a Secretária de Saúde de Bélem, que entre “encheções de linguiça” e argumentos poucos convincentes, nos levaram a ver que realmente a deficiência existe e o pior nenhuma decisão foi tomada, e como dizia Cazuza “o tempo não pára”. Com isso várias pessoas estão morrendo. O que isso tem a ver com comunicação afinal ?! Tudo a ver ! Se houvesse uma comunicação interna mais eficiente, com certeza as providências já teriam sido tomadas. Muitas pessoas acham que qualquer um pode fazer comunicação, quando na verdade é preciso ter percepção do problema, agilidade nas estratégias e ousadia no resultado. Sim é preciso ir além do esperado, é preciso superar. Nesse momento de crise em que estamos vivendo, ( ou prestes a viver ) é preciso atentar para as coisas simples porém não menos importantes, pois toda crise é recheada de oportunidade, o sol sempre brilhará depois da tempestade. Os verdadeiros comunicólogos precisam ousar, atingir o inesperado. O sucesso virá sim, mas para os “fracos” que se fizeram fortes com determinação e profissionalismo.

Jhonathan Barreto
Redator
jhonathan.barreto@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

Marcas Estrategicamente Sensuais

Ezequiel Ribeiro

Ezequiel Ribeiro

Vamos discutir com o artigo o uso do apelo sexual na propaganda das grandes marcas…

A marca é o principal componente da Imagem Corporativa de uma empresa, tornando-se na maioria das vezes o bem mais valioso de uma organização, “algumas marcas têm suas cotações na Bolsa de Nova York independente do valor de suas ações. Por exemplo: A Marlboro é uma das mais caras do mundo: vale mais de 44,61 bilhões de dólares”.

Podemos dizer que a marca é o ícone da organização, simboliza uma promessa formal para com os clientes, por trás desse ícone os consumidores identificam atributos, benefícios e serviços que a corporação oferece.

Após a chegada da “Era da Informação” as marcas ganharam ainda mais valorização no contexto da comunicação das empresas. Devido a isso, as corporações investem muito tempo e recursos na intenção de criar, consolidar ou manter uma marca forte. Segundo Philip Kotler, “um dos gurus da administração” uma marca é complexa e pode apresentar até seis níveis de significado. Vamos procurar entender com esse artigo o uso do apelo sexual pelas marcas (cervejas, cigarros, moda…).

Nosso corpo é o meio de comunicação dos mais primitivos. É, sem dúvida, um sistema de comunicação, e também um sistema de comunicação sexual. Em todo momento, emitimos sinais para atrair possíveis parceiros, porque nosso lado biológico se preocupa com a perpetuação da espécie. Para sobreviver, a raça humana precisa dos sinais sexuais que envolvem todos os nossos sentidos: visão, olfato, tato, paladar e audição. Desse modo tudo isso pode ser usado para excitar. SAIBA MAIS

FONTE: Ezequiel Ribeiro (ezequiel.ribeiro@kmaintegrada.com ) Além de Professor Universitário em Marketing e Comunicação, é Sócio-Diretor da KMA Marketing Integrado e atua nas áreas de Direção de Criação e Planejamento Estratégico. Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIMEP, PÓS-GRADUADO em Comunicação Social pela UMESP e possui MBA em MARKETING pela UNIMEP.

Take it easy, Estagiário!

Os grandes publicitários esperam sempre por algum prêmio.
Para muitos estagiários um elogio de um membro da agência, ou de alguém que viu uma peça ou uma frase de impacto criada por ele, já é um prêmio. (Sei disso porque faço parte desta gama de estagiários)

Quem nunca ouviu falar sobre os grandes prêmios da publicidade?

Prêmio Caboré, Profissionais do Ano, Prêmio Anuário do Clube de Criação de São Paulo, Festival de Cannes, o mais conhecido talvez, entre muitos outros.

Os grandes publicitários esperam sempre por algum prêmio. Ou pelo reconhecimento do cliente, por sua agência e depois seu trabalho no mercado. Para muitos estagiários um elogio de um membro da agência, ou de alguém que viu uma peça ou uma frase de impacto criada por ele, já é um prêmio. (Sei disso porque faço parte desta gama de estagiários)

Mas cuidado! Isso muitas vezes aumenta o ego do indivíduo. Faz com que ao passar do tempo ele se sinta “o tal”, se ache “o cara”, faz com que ele comece a pensar que suas idéias são as melhores.

Não é bem por ai. Take it easy!

SAIBA MAIS

FONTE: KMA Marketing Integrado

Marketing Integrado

KMA Marketing Integrado

KMA Marketing Integrado

Quanto ao termo marketing integrado, que vem do inglês (IMC – Integrated Marketing Communications) encontramos na literatura pesquisada uma considerável semelhança com o termo Comunicação Integrada. Para o autor Schultz, o Marketing Integrado é :

“um conceito de planejamento das comunicações de marketing que reconhece o valor agregado de um plano abrangente que avalia os papéis estratégicos de uma variedade de disciplinas de comunicação (por exemplo, propaganda geral resposta direta, promoção de vendas e relações públicas)… e combina essas disciplinas para fornecer clareza, consistência e impacto máximo das comunicações” (Schultz, 1993, p.17)
Para KUNSCH (1997) comunicação integrada possui um conceito mais abrangente, que deve ver a empresa como um todo, sem distinguir as áreas, ou seja:

“Aquela em que as diversas sub-áreas atuam de forma sinérgica… SAIBA MAIS

FONTE: KMA Marketing Integrado

Arraiá do Riso

Dia 18 de Julho às 18horas na Avenida Brasil, mais precisamente no CCL (Centro de Cultura e Lazer ) acontecerá o Arraiá do Riso. E o material da campanha já está quase pronto; bem o cartaz está.
Aos interessados acesse o site www.medicinadoriso.com.bre confira mais informações.
Sobre a Medicina do Riso

O grupo Medicina do Riso existe a aproximadamente 5 anos, visando levar o AMOR e como consequência disso o sorriso para a sociedade de um modo geral. O grupo trabalha a arte cênica utilizando a máscara do clown (palhaço) para ter certa facilidade de aproximação e interação com o público, realizando seus trabalhos que são em entidades assistenciais, universidades, empresas, vias públicas e qualquer outro lugar onde possa se levar o amor, ministrando palestras em universidades pelo estado de São Paulo, com um grupo de voluntários que participam semanalmente de oficinas de aprimoramento que incluem arte cênica, música, capoeira, malabarismo, entre outros.
Desenvolvendo assim um trabalho com seriedade, muito carinho e amor, fundado por Luis Bruno de Godoy no ano de 2006, o grupo busca novas conquistas, despertando cada vez mais o interesse em novos atores e voluntários, expandindo assim seu trabalho em outras cidades da região.
Hoje o projeto conta com 30 voluntários de diversas faixas etárias, sendo que 27 estão em Americana-SP, 2 em Brasília e 1 em Santa Catarina, que desenvolvem trabalhos realizados periodicamente, buscando cada vez mais novos campos.
A maior parte das visitas é no estado de São Paulo, sendo também algumas em, Brasília, Canta Catarina e outros lugares.

Cartaz Arraiá do Riso

Cartaz Arraiá do Riso

Os principais lugares de atuação da Medicina do Riso são:
• Hospitais e entidades buscam levando o conforto, ânimo e auto-estima, fazendo com que as pessoas esqueçam a dor e dêem lugar à alegria.
• Universidade e empresas, ministrando palestras sobre o trabalho que realizam e sobre a importância do mesmo, falando sobre o amor e as consequências daqueles que a praticam dentro do seu trabalho, sua casa e com todos aqueles com quem têm contato.
• Na sociedade, intervém diretamente em vias públicas com a simples mensagem do afeto, transmitindo a simplicidade de um abraço e mostrando a importância que cada indivíduo tem, expondo a arte abertamente, para que todos tenham contato.

Jhonathan Barreto
Redator
jhonathan.barreto@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

Cachaça do Rei: Cachaça Artesanal

O processo de produção da cachaça artesanal é trabalhoso e envolve diversos detalhes. Apesar de ser feita exclusivamente do caldo de cana, sem a adição de produtos químicos, cada cachaça carrega características de seu produtor. Alguns diferenciais de uma cachaça são: o tipo de cana, época certa da colheita, o tempo de moagem, os ingredientes e o tempo de fermentação, a forma de destilação, os tonéis para o envelhecimento e o engarrafamento.
A Cana é a matéria prima para a fabricação da cachaça, usada na produção do destilado artesanal é colhida manualmente e não é queimada, prática que precipita sua deterioração.

Depois de cortada, a cana madura, fresca e limpa deve ser moída num prazo máximo de 36 horas. As moendas separam o caldo do bagaço, que será usado para aquecer as fornalhas do alambique. O caldo da cana é decantado e filtrado para, em seguida, ser preparado com a adição de nutrientes e levado às dornas de fermentação. Algumas moendas são movidas por motor elétrico, outras por rodas d’água, e têm a função de espremerem a cana, para dela extraírem o suco.

Como cada tipo de cana apresenta teor de açúcar variado, é preciso padronizar o caldo para depois adicionar substâncias nutritivas que mantenham a vida do fermento. A cachaça artesanal não permite o uso de aditivos químicos, a água potável, o fubá de milho e o farelo de arroz são os ingredientes que se associam ao caldo da cana, para transformá-lo em vinho com graduação alcoólica, através da ação das leveduras (agentes fermentadores naturais que estão no ar). A sala de fermentação precisa ser arejada e manter a temperatura ambiente em 25°. As dornas onde a mistura fica por cerca de 24 horas, podem ser de madeira, aço inox, plástico ou cimento. O processo é fazer ferver o vinho dentro de um alambique de cobre, produzindo vapores que são condensados por resfriamento e apresentam assim grande quantidade de álcool etílico. Os primeiros 10% de líquido que saem da bica do alambique (cabeça) e os últimos 10% (cauda) devem ser separados, eliminados ou reciclados, por causa das toxinas.

A estocagem é feita, preferencialmente, em barris de madeira, onde ainda acontecem reações químicas. Existem madeiras neutras, como o jequitibá e o amendoim, que não alteram a cor da cachaça. As que conferem ao destilado um tom amarelado e mudam seu aroma são o carvalho, a umburana, o cedro e o bálsamo entre outras. Cada uma dá um toque especial, deixando a cachaça mais ou menos suave, adocicada e/ou perfumada, dependendo do tempo de envelhecimento.

Sobre a Cachaça do Rei

A Cachaça do Rei, produzida desde 1999 pelos irmãos Reinaldo e Paulo Annicchino em Capivari, não usa conservantes químicos, mantendo assim a pureza de seus ingredientes, e eleva a cachaça artesanal à categoria de bebidas nobres com sabor e qualidade comparados aos melhores destilados do mundo.

Com a tradição artesanal, os tonéis de carvalho utilizados na produção possuem tampa de amburana (cerejeira), dando sabor, aroma e cor especial à cachaça que ali envelhece. Nos tonéis de madeira neutra, conhecida como amendoinzeiro, a cachaça permanece transparente, dando origem à “branquinha”, utilizada costumeiramente em caipirinhas e drinks.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Jhonathan Barreto
Redator
jhonathan.barreto@kmaintegrada.com
KMA Marketing Integrado

Cachaça do Rei no Brasil Cachaça

Brasil Cachaça, o maior evento nacional no segmento de cachaças, nesta edição além da exposição de diversas marcas, ganha ainda mais força nos negócios. Segmentos de cachaças como, produtores de máquinas e equipamentos de produção; empresas prestadoras de serviços para o segmento; empresas e entidades ligadas à promoção e desenvolvimento; órgãos ligados à gastronomia e ao turismo das regiões produtoras, marcaram presença no evento.

Conforme gráfico abaixo da edição 2008, vemos que o perfil de visitantes profissionais no segmento prevalece com mais de 90% acima dos consumidores, 36,7% das visitas por atividade profissional são varejistas e que Portugal e Argetina tiveram o mesmo número de visitas internacionais no evento. Isso prova mais uma vez, que o valor e investimentos atribuído as bebidas destiladas no Brasil realmente tem surtido efeito.

Nesta edição em especial os expositores tiveram a oportunidade de mais do que nunca explorar os negócios e expansão da marca, mirando com prioridade os profissionais  do segmento de bebidas destiladas. Confira abaixo algumas fotos do evento e de um dos expositores, Cachaça do Rei. Visando sempre a expansão no mercado de destilados a Cachaça do Rei, tem buscado através de ações efetivas, atingir cada vez mais o seu público que varia entre apreciadores, degustadores, resorts, órgãos públicos que mantém ligação com o turismo e a gastronomia brasileira, dentre outros segmentos profissionais de bebidas destiladas tanto nacional como internacional. Sobre a Cachaça do Rei

Dando continuidade da produção realizada na Fazenda Santa Cruz, ou Indústria e Comércio de Bebidas Annicchino Ltda – Me, fundada há 10 anos, a Cachaça do Rei ainda utiliza o mesmo alambique que era usado na década de 30 para produzir o chamado “fermento caipira”, no qual usava-se apenas fubá mimoso e farelo de arroz para alimentar o fermento que vem da própria cana colhida crua.

Dentro do ambiente globalizado atual, a Cachaça do Rei busca sempre novos conhecimentos para elevar ainda mais suas qualidades, mantendo o padrão e incorporando as novas tecnologias para estarem aptos para o mercado internacional, como uma bebida artesanal, que não usa conservantes químicos, mantendo sempre a pureza de seus ingredientes. Dessa forma, proporciona a seus apreciadores o sabor da verdadeira cachaça, assim como era produzida há mais de um século.

Estando entre os maiores destaques paulistas, a Cachaça do Rei detém a medalha de ouro, recebida em concurso de análise química e sensorial promovida por profissionais da Universidade de São Paulo (USP) durante o V Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverages, elevando sua qualidade às melhores cachaças do país.

A Cachaça do Rei é comercializada também em países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão, refletindo a crescente expansão da cachaça no mercado internacional.

Jhonathan Barreto
Redator
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